Padrões físico-químicos e microbiológicos de águas de bebedouros consumidas em escolas públicas de Petrolina-PE

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Autores

  • Maria Francisca Batista Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)
  • Maria Cláudia Soares Cruz Coelho Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE) https://orcid.org/0000-0002-5592-5436
  • Marcelo Iran de Souza Coelho Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)
  • Fernanda Fernandes Pinheiro da Costa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)

DOI:

https://doi.org/10.31416/rsdv.v13i3.1085

Palavras-chave:

Bactérias, Coliformes, Potabilidade, Qualidade de água.

Resumo

A água potável é fundamental para a vida e deve estar disponível de forma adequada e acessível a todos. No entanto, quando contaminada, a água pode representar um sério risco à saúde, afetando a qualidade de vida dos consumidores. Por isso, é necessário que o consumo de água atenda aos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação, garantindo parâmetros físico-químicos adequados, ausência de microrganismos patogênicos e eliminação de substâncias prejudiciais à saúde. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade físico-química e microbiológica da água consumida nos bebedouros das escolas públicas do município de Petrolina, em Pernambuco. As amostras das escolas foram coletadas semanalmente em recipientes estéreis e encaminhadas ao laboratório. As análises foram realizadas de acordo com os parâmetros estabelecidos na Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, do Ministério da Saúde. Na contagem de bactérias aeróbias mesófilas observou-se que 47,61% das amostras analisadas (10 escolas) apresentaram quantidade superior a 500 UFC/mL. Com relação ao número mais provável de coliformes a 35 ºC e 45 ºC, constou-se que duas amostras (9,52%) das amostras apresentaram crescimento destes microrganismos, porém, nenhuma teve crescimento de Escherichia Coli. As análises físico-químicas estão de acordo com a legislação vigente, excetuando-se sete amostras de cloro residual e 13 amostras de pH que estavam abaixo dos valores exigidos. Conclui-se que a maioria das amostras atende aos padrões físico-químicos e microbiológicos de potabilidade, embora algumas adequações sejam necessárias para melhorar a qualidade da água fornecida nas escolas municipais de Petrolina-PE.

Biografia do Autor

Maria Francisca Batista, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)

Concluiu o Ensino Médio na Escola de Referência em Ensino Médio Senador Nilo Coelho. No mesmo período, realizou curso técnico-profissionalizante pelo CIEKE. Posteriormente, cursou Introdução à Segurança do Trabalho pelo Instituto Federal do Sertão Pernambucano – Campus Petrolina e participou de formações técnicas e profissionalizantes pelo PRONATEC e pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, com ênfase em Secretaria Escolar. É Tecnóloga em Alimentos pelo Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). Concluiu a especialização em Sommelier pelo IFSertãoPE – Campus Petrolina e o curso de aperfeiçoamento em Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC): da Introdução à Implantação pela Unieducar Inteligência Educacional.

Maria Cláudia Soares Cruz Coelho, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)

Graduada em Medicina Veterinária e Licenciatura em Ciências Agrícolas, com Mestrado e Doutorado em Zootecnia, ambos pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Campus Recife. Professora Titular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), atualmente lotada no Campus Petrolina Zona Rural, com atuação nas áreas de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em Microbiologia dos Alimentos e, Caprinovinocultura.

Marcelo Iran de Souza Coelho, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)

Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1997), Licenciatura em Ciências Agrícolas pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1997), especialização em Agroindústria Alimentícia pela Universidade Federal da Paraíba (2001), mestrado em Ciência Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2005) e doutorado em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Santa Catarina (2015). Atualmente é Professor Titular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano. Tem experiência na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em controle de qualidade, análises físico-químicas, microbiológicas e sensoriais de alimentos, atuando principalmente em processamento de produtos de origem animal, leite e derivados.

Fernanda Fernandes Pinheiro da Costa, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE)

Possui Graduação em Tecnologia em Alimentos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (2008). Especialização em Processamento de Produtos de Origem Animal (2011) e Mestrado em Ciências Veterinárias no Semiárido (2016). Atualmente é técnica do laboratório de controle de qualidade de alimentos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano - Campus Petrolina Zona Rural

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Publicado

2025-12-06

Como Citar

BATISTA, Maria Francisca; COELHO, Maria Cláudia Soares Cruz; COELHO, Marcelo Iran de Souza; COSTA, Fernanda Fernandes Pinheiro da. Padrões físico-químicos e microbiológicos de águas de bebedouros consumidas em escolas públicas de Petrolina-PE . Revista Semiárido De Visu, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 1330–1351, 2025. DOI: 10.31416/rsdv.v13i3.1085. Disponível em: https://semiaridodevisu.ifsertaope.edu.br/index.php/rsdv/article/view/1085. Acesso em: 13 mar. 2026.

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