Influência do diâmetro na secagem natural da madeira de algaroba
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https://doi.org/10.31416/rsdv.v13i3.1001Palavras-chave:
Semiárido, Cerâmica vermelha, Energia, Teor de umidadeResumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do tempo de secagem e diâmetro dos toretes na umidade da madeira de Prosopis juliflora utilizada na indústria de cerâmica vermelha. Foram selecionadas aleatoriamente toretes expostos em pilhas presentes no pátio da cerâmica vermelha, em três classes diamétricas (3,20 - 6,30 cm; 6,40 - 9,50 cm e 9,60 - 12,40 cm). Para a caracterização da madeira realizou-se a avaliação de alguns parâmetros, tais como: a porcentagem e espessura de casca, teores de cerne e alburno, relação cerne: alburno e densidade básica da madeira. Além disso, calculou-se a umidade de cada tora ao longo do tempo de secagem ao ar livre para determinação da curva de secagem. A avaliação das características da madeira e para análise dos resultados foi empregado o teste de Tukey (p ≤ 0,05), para as interações detectadas como significativas pelo teste de F (p ≤ 0,05). Para verificar a curva de secagem ao ar livre, realizou-se uma análise de regressão, considerando-se nível de confiança de 95% (α=0,05). Para a porcentagem de casca, as amostras de menores diâmetros apresentaram em torno de 8,10% e as de maiores diâmetros (4,40%). A massa específica básica (MEB), variou de 0,66 g.cm-3 a 0,82 g.cm-3. A classe diamétrica de menor diâmetro atingiu uma umidade inferior a 30% no sétimo dia de secagem, as demais classes, após 11 dias de pesagens. Desta forma, a secagem da madeira aumenta a quantidade de energia aproveitável durante a queima nos fornos cerâmicos, e garante melhor aproveitamento nas cerâmicas.
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